30.11.09
22.11.09
28 nós
e fica cego e,
por memória do tacto, desfaz os nós,
muitos, muito
atados uns nos outros (...)
Herberto Helder
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19.11.09
Azimutes #3

"Mando um fax ao Kim e pergunto-lhe sobre isto do vácuo. Se é um tema que ele domine. Se me pode explicar o que é. Ele manda-me um fax de volta e diz que o vácuo é o nada. Sem ar. Sem nada. Isso é o vácuo. Esperava que fosse algo mais. Mas no fundo chega. Se não é nada, não há razão para defino-lo de forma complicada."
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19.10.09
20.9.09
(whispering that it’s) all for the best
Waking up and the bed was made
No one looked me in the eye
More I try, More I cry
And it’s all for the best
Watched my brother cutting grass outside
Sitting on the porch he told me
It’s a long way to go before we can rest
But it’s all for the best
You’re so beautiful it sings
On a lonely lazy morning
And when I see you rocking back and forth
Whispering that it’s all for the best
One day the stone will roll away
Soon you’ll see anekatips.com
you’re far away from home but never far away from me
And that’s all for the best
(…and say you love me)
Promise me, son, not to do the things I’ve done
Walk away from trouble
(at the end of the day)
Say you love me
say you love me
Let’s just say you love me
porque às vezes precisamos convencer-nos que este é o melhor caminho. apesar de longo. apesar de nem sempre fácil. porque precisamos que nos sussurrem ao ouvido que no fim tudo terá valido a pena. mesmo as noites em branco que passamos sozinhos. mesmo as manhãs em que acordamos sem ter onde perder o olhar. e mesmo as tardes em que sonhámos em vão encontra-nos. é tudo pelo melhor.
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17.9.09
em contagem decrescente...
Aqui fica o vídeo de Boat Behind, o primeiro single de Declaration of Dependence, o novo álbum dos Kings of Convenience. Doce como sempre. E a deixar-me novamente nostálgica. Mas uma nostalgia da boa. Daquela que nos deixa um sorriso parvo na cara. Fica apenas a faltar-me a companhia para uma noite que se prevê memorável :P
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14.9.09
rescaldo 1#
descobri que, apesar dos medos, trabalhar aqui é simplesmente um luxo. muito há para fazer mas nada que se compare à satisfação de poder respirar a vida num dos bairros mais típicos de Lisboa. muita é a responsabilidade de estar por minha conta. trabalhar num trapézio sem rede. ter de ser eu a minha maior crítica. aprender a gerir os poucos recursos. inventar estratégias para colmatar as falhas. foi apenas a primeira semana mas sei que muito há para fazer aqui. muito me pode ensinar esta gente que me acolheu com um bem-vinda à Graça! e tão bem que sabe andar na rua e sentir-me em casa. e tão bom que é criar rituais. e desfrutar desta vista todos os dias...
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7.9.09
a minha vida é um lugar estranho
p.s.: estas coincidências que preenchem os meus dias dão (mesmo) muito que pensar...
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o primeiro dia
Pouco a pouco o passo faz-se vagabundo
dá-se a volta ao medo, dá-se a volta ao mundo
diz-se do passado, que está moribundo
bebe-se o alento num copo sem fundo
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
(...)
Enfim duma escolha faz-se um desafio
enfrenta-se a vida de fio a pavio
navega-se sem mar, sem vela ou navio
bebe-se a coragem até dum copo vazio
e vem-nos à memória uma frase batida
hoje é o primeiro dia do resto da tua vida
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24.8.09
(ainda) há dias perfeitos
deitar (quase) tudo cá para fora. e descansar. e ler. e (sim) dormitar. deliciar-me com o gelado. passear. correr bairro acima. perder-me de riso na farmácia. e correr bairro abaixo. e encontrar(te). encontra-nos. e ver que (afinal) nada mudou.
o vento na viagem. a música do antigamente. voltar à baía. agora protegida. perder-me na multidão. o David Fonseca. reviver melodias. com novos arranjos. pinta-las com novas imagens. e achar-te na multidão. prender-me a esse olhar que diz tudo. e ver-te feliz. abraçar(vos). e (por momentos) sei que afinal não quero fugir.
(hoje) tenho aqui tudo o que preciso.
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21.8.09
vidas alternativas #5
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19.8.09
amor à primeira vista #1
...está em repeat há umas horas e sim, o moço é o Ryan Gosling com a sua banda Dead Man's Bones
p.s.: ai, ai (suspiro)
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13.8.09
Núvem 9
p.s.: mais uma vez, muitas perguntas. poucas respostas e uma enorme vontade de perder horas nesta discussão...
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ponto de situação #3
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
Sérgio Godinho

Passei anos a lutar por este sonho de criança. Posso afirmar que longo desses anos nada foi fácil. Mas eu aceitei todos os desafios. Lutei contra quem se opôs. Construi castelos de areia. Iludi-me que quando aqui chegasse seria finalmente feliz. Tudo seria quase, quase, perfeito. Tracei todos os caminhos com detalhe e, agora que aqui cheguei, vejo que não me levam a lado nenhum. Sempre julguei que chegar aqui seria sinónimo de alegria, de festa. Agora olho em volta e percebo que todos os que estavam comigo na partida estão agora longe. Ou demasiado longe. Dou por mim a olhar em volta e sinto que já ninguém compreende realmente o que isto deveria significar. Nem mesmo eu. A verdade é essa. Este sonho foi perdendo sentido à medida que tudo se foi desmoronando ao longo dos anos. A única coisa que restou foi o meu capricho de conseguir chegar ao fim. Mas de que nos vale chegar à meta se pelo caminho formos perdendo aqueles que queríamos abraçar à chegada?
Ironicamente, ou não, aquelas palavras pertencem a uma música chamada Liberdade. Quando as guardei pensava que seria essa o meu sentimento. A certeza de poder finalmente libertar-me de todo este peso que trago. Poder ser agora livre para novos sonhos. Mas a verdade é que me sinto agora mais presa. Sinto-me apertada por uma força que me impede de continuar a lutar por ir mais além. De continuar a exigir tudo aquilo a que tenho direito (?). Sinto um cansaço imenso. E sim, tenho medo! Sinto-me mais frágil. Preciso agora do tal porto seguro onde possa descansar e recuperar energias para (talvez) um dia voltar a partir. Preciso deixar que o corpo se molde ao que surja no caminho. Sem questionar demasiado. Apenas sentindo o que isso me traga de bom. E, por uma vez, deixar-me levar pela corrente...
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6.8.09
we’re half-awake
no thinking for a little while
lets not try to figure out everything at once
It’s hard to keep track of you falling through the sky
p.s.: se te pudesse explicar o que foi esta surpresa...(obrigada!)
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4.8.09
ponto de situação #2
...pois, e é tal o vazio que nem me encontro dentro de mim.
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18.7.09
Vemo-nos no caminho?
p.s.: Ficou a faltar o Tiago, amigo com A grande, de quem não tenho nenhuma foto :O temos de colmatar esta falha pá!
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15.7.09
ponto de situação #1

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27.6.09
9.6.09
as mãos vazias
that you're free to do anything
acordei e vi-me assim. de mãos vazias. no peito um buraco. a alma desfeita em mil pedacinhos. muitos deles levados pelo vento. para sempre. como um puzzle que é impossível completar. a carteira cheia de nada. as noites, cada vez mais longas, pintaram-se de branco. preenchidas apenas pelas imagens desfocadas que o tempo foi deixando. são apenas recordações que não consigo rever com exactidão. como fotos tiradas aqui e ali sem qualquer ligação aparente. como estrelas semeadas no céu de Inverno. brilham mas não iluminam o meu caminho. voltei a tropeçar. e, a cada queda, volto exactamente ao mesmo ponto. como se nunca tivesse chegado a partir. pergunto se algum dia serei realmente capaz de sair daqui. conseguirei livrar-me deste peso que me faz sempre regressar? quando será que me liberto de vez disto tudo e consigo avançar?
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3.6.09
Buba
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2.6.09
I can't hold this state. Anymore.
Is taking me over
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28.5.09
e agora?
...e sim, confesso, muitas são também as vezes em que sonho que esta ferramenta se pudesse adaptar à minha vida. que eu pudesse escrever as questões e obter a resposta certa em menos de um segundo. que pudesse pedir um mapa para o meu destino e me surgisse à frente a melhor rota para lá chegar. e hoje digitava um simples e agora? e recebia de volta as instruções. as tais que ninguém sabe onde estão guardadas.
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20.5.09
pequena nota mental
"...your honour, we have a verdict: this man's heart is deficient!he loves but his love worth nothing"
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14.5.09
obsessão!
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2.5.09
vidas alternativas #4
sim, admito, falta-me confiança. esta é a crítica que mais me têm feito nos últimos tempos. tenho a força para enfrentar o que me aparece pela frente. mas falta-me a determinação quando tenho de ser eu a arriscar. dou tudo o que tenho nas situações limite. provo que tenho a capacidade para ultrapassar o que venha. mas falta-me a coragem de ir atrás daquilo que preciso. enquanto não me sinto apertada. preciso sentir-me perdida para conseguir avançar. recuso-me apostar tudo. escolho sempre contentar-me com o pouco que me vá aparecendo. só quando me vejo vazia é que acordo e sinto que esse pouco não chega. queria conseguir arriscar. deixar-me ir. simplesmente sentir. vencer este medo que teima em aparecer nas piores alturas. que teima em estragar os melhores momentos. que me faz perder as imagens mais bonitas. que tantas vezes me afasta para onde eu possa passar despercebida. que me deixa escondida a ver os outros avançar. enquanto eu fico para trás. por detrás da máscara. no mundo dos sonhos. do que poderia ser. alimento em silêncio as ilusões que não arrisco viver. a insegurança não é de agora. mas os seus danos são cada vez maiores. a cada hesitação a dor torna-se mais forte. a cada passo em falso o medo cresce. a cada vez que me desiludo a confiança diminui. complica os actos mais simples. torna um simples olá numa missão impossível. obriga a que o sorriso sincero se esconda. impede que se aperte o abraço mais espontâneo. e adia mais uma vez aquele beijo que ficou por dar.
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26.4.09
SOCORRO!!!
Já sabia que isto ia ser mau...mas não tão mau! A maratona de estágios , que dura desde Novembro, acaba de vez 5ª feira. Será finalmente a despedida do Júlio de Matos. A despedida dos turnos malucos, da farda manhosa, dos sapatos torturantes e dos orientadores fantasma. Mas o pior está para vir...tenho 7 dias para acabar o relatório final dos estágios. Parece-me é que já o devia ter começado!!! p.s.: raio de vida...logo agora que há aí tanta coisa melhor para fazer :S snif, snif...
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c.
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20.4.09
Riceboy sleeps
(...) sometimes it feels like a record coming back at you across the seas of time, with ancient washington phillips-style tumbling musical figures and stumbling crescendos as slow as a sunrise, or a weightless mantra-like choir singing from somewhere in the middle ages down the centuries.
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11.4.09
9.4.09
The body aches
And that ache takes it time
But you'll get over yours
And i'll get over mine
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3.4.09
A Noite
A NoiteA queda da laranja provocará o poema?
A laranja voadora é, ou não é, uma laranja imaginada por um louco?
E um louco saberá o que é uma laranja?
E se a laranja cair? E o poema? E o poema com uma laranja a cair?
E o poema em forma de laranja?
E se eu comer a laranja, estarei a devorar o poema? A ficar louco?
[...]
E a palavra laranja existirá sem a laranja?
E a laranja voará sem a palavra laranja?
E se a laranja se iluminar a partir do seu centro, do seu gomo mais secreto, e alguém a [esquecer] no meio da noite - servirá [o brilho] da laranja para iluminar as cidades há muito mortas? E se a laranja se deslocar no espaço - mais depressa que o pensamento e muito mais devagar que a laranja escrita - criará uma ordem ou um caos?
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26.3.09
Take away smile
Estes Take Away Show's deixam-me sempre deliciada...
será que um dia me cruzo com um?
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19.3.09
Next step

Acabada a tortura dos Cuidados Intensivos poderia dizer que me sinto exactamente no ponto para o próximo desafio: Psiquiatria! Se no estágio anterior passei o tempo com um enorme receio de cometer algum erro e pôr a vida de alguém em risco, aqui mantém-se o medo de errar...e que isso me ponha em risco! Sinto que ainda me falta muito para ter a resposta certa para cada desafio e que cada palavra ganha um peso que desconhecia. Se nas últimas semanas investi principalmente a nível técnico, aqui compete-me desenvolver a comunicação e a relação de ajuda...garanto-vos, é tão mais fácil lidar com máquinas!
p.s.: numa das paredes da clínica encontrei este cartaz e subitamente senti-me em casa...
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12.3.09
Dei cabo dele!

Está feito! Acabou-se a tortura! Chegou ao fim o estágio mais infernal de que há memória. Resta-me guardar as memórias na gaveta que diz dias maus e concentrar-me apenas nas (poucas) boas recordações que ficarão para sempre, como as palavras que ouvi hoje e que me dão a motivação que necessito para continuar o meu caminho...
Plano de trabalho: respirar fundo, fazer arrumações e aproveitar esta pausa para repor o balão das coisas boas :)
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6.3.09
Where do you find love?
Sometimes all you need is a sign.
Estou apaixonada por esta curta e não resisto a partilhá-la...é tão bom sonhar!
p.s.: estas pequenas coisas devolvem-me o sorriso que ficou perdido algures...
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3.3.09
às voltas com o bicho #2
...lentamente vão-se construindo certezas: isto não é para mim!
p.s.: continua a contagem decrescente: faltam 5 turnos!
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1.3.09
lições do dia-a-dia
p.s.: se usar esta técnica mais vezes talvez passe a sentir-me mais leve.
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25.2.09
às voltas com o bicho #1
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14.2.09
vidas alternativas #3
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10.2.09
o bicho papão

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5.2.09
29.1.09
Não é fácil viver com segredos. Coisas que não posso contar. Imagens que não se partilham. Dores que me preenchem os dias. Palavras que não me saem dá cabeça. A angústia que aumenta a cada dia. O ponteiro que não pára. E sempre o medo que me vence. Que não deixa sair nada. Sinto-me prestes a explodir. Basta um toque e desfaço-me. Apetece-me gritar. Deitar tudo cá para fora até não restar nada. Inventar palavras para tudo o que trago comigo. E depois fugir. Para longe. Desaparecer. Se possível para sempre.
@ In the Mood for LoveChow Mo-wan: In the old days, if someone had a secret they didn't want to share... you know what they did?
Ah Ping: Have no idea.
Chow Mo-wan: They went up a mountain, found a tree, carved a hole in it, and whispered the secret into the hole. Then they covered it with mud. And leave the secret there forever.
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26.1.09
cartas
Costumava dizer que a caixa do correio era o meu sitio preferido da casa. Resolvi dedicar-me à sua manutenção. Todos os Verões lá andava eu a retocar a pintura, a olear a fechadura…nada se compara à emoção de abrir aquela caixinha mágica e encontrar um envelope dirigido a mim. Tudo começa no encanto do próprio envelope, a que se junta a beleza dos selos. Por norma passo horas a observar o invólucro até finalmente ganhar coragem para ver o seu conteúdo. Abrir uma carta envolve todo um ritual. Todas elas são únicas e merecem ser abertas num ambiente específico. Algures, do outro lado do mundo, alguém “perdeu” o seu tempo a escrever-me e merece portanto toda a minha atenção…ainda que por apenas alguns minutos. O tempo que leva desde a sua chegada até que seja aberta vai variando, conforme me ligo a cada pessoa. Já tive cartas que andaram comigo vários dias até serem abertas…dão-me a sensação que, se tudo o resto correr mal, tenho ali uma espécie de tábua de salvação. Uma alegria para os tempos difíceis. Um sorriso para dias mais cinzentos. Uma reserva de energias para quando me perder no caminho...
Com o passar dos anos este hobbie tem-se tornado cada vez mais difícil de alimentar. Por um lado a internet leva a que muitos pen-friends deixem as suas canetas e optem pelos e-mails. Por outro facto dos CTT simplesmente não funcionarem também não ajuda. Enviar cartas dentro do país já é uma aventura…quanto mais conseguir que elas nos cheguem às mãos quando vêm de outra parte do mundo. Passam-se meses sem que receba uma carta e muitas das que envio não chegam ao destino. Em muitos dos casos passei a usar o e-mail para manter o contacto mas a verdade é que não sabe ao mesmo. A verdade é que hesitar durante horas abrir a caixa de correio electrónico (sim, acontece!) nunca será o mesmo que viajar com um envelope por abrir na bagagem. Nunca qualquer tipo de letra catita chegará à beleza da caligrafia por vezes indecifrável. Nunca qualquer anexo terá o valor dos bilhetes de comboio trocados nos envelopes (ficaria aqui toda a noite a descrever as coisas estranhas que troquei por correspondência). Nunca conseguirei transmitir por e-mail as emoções que deito no papel. Nunca as palavras escritas na tela terão o mesmo valor das outras, as verdadeiras, desenhadas no papel…
…sinto tanta falta dessas cartas!
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21.1.09
In The Mood
Say what you want now make you cry
You say how you feel make you cry
Forget all the trying now make you cry
It does not matter no more
You know these arms
How they hold you so tight
These needs of mine
I can’t tell either way
...
I won’t make you cry
Tell you lies
Never say goodbye
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c.
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14.1.09
vidas alternativas #2
E se eu te mostrasse o que há por debaixo da máscara do sorriso? E se fosse capaz de me mostrar de verdade? Sem ter de fingir para que sinta que gostas de mim…como seria se baixasse as armas, expondo as minhas dúvidas? Como seria se te mostrasse que não sou forte, que me faltam respostas para tapar os vazios onde moravam as certezas? E se descobrisses que tremo por dentro a cada escolha? E se visses que nem sempre sei para onde ir? Se soubesses como me sinto perdida…e se te confessasse que aqui faz sempre frio? E se visses em mim uma alma gelada? E se te admitisse que me faltam as forças? Que farias se te dissesse que preciso da tua mão para me puxar? E se tivesse coragem de dizer-te que me sinto sozinha? Que tenho medo das noites que me trazem de volta esta ausência e a ânsia de algum conforto…e se conseguísse mostrar-te como tenho medo? E que este medo me impede de arriscar pedir mais por temer perder este nada que conquistei…e se fosse capaz de sussurrar como me faz falta um abraço?
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8.1.09
6.1.09
tinha 17 anos e lancei a cabeça a um poço, fiquei à espera."
p.s.: há livros que nos chamam...;)
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c.
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3.1.09
e agora???
p.s.1: talvez isto explique o mau humor dos últimos dias. Suspeito que se tornará crónico...pelo menos até à Pascoa :S
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c.
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2.1.09
restart
...será?
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c.
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29.12.08
Pause
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c.
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